Antes da partida, o zagueiro Luís Henrique recebeu uma placa e uma camisa comemorativa aos 100 jogos pelo Paraná. Do lado do Vila, tristeza pelo falecimento do irmão do lateral-direito Dida, que foi dispensado do jogo.
Dentro de campo a proposta dos dois times era bem clara. O Paraná jogaria no ataque e o Vila Nova, na defesa. Após um começo truncado, a teoria começou a virar prática a partir dos 30 minutos. Aí apareceu a figura de Max, aquele mesmo que já defendeu a meta do Botafogo. João Paulo tentou duas vezes, mas o goleiro do Vila espalmou. Em chute à queima-roupa de Alessandro Lopes, Max fez grande defesa. Além do camisa 1, o ataque paranista pecava com o mau posicionamento de Leandro Bocão, que apareceu impedido duas vezes, em duas oportunidades que terminaram em gols bem anulados.
No intervalo, o experiente Joãozinho, ex-Cruzeiro e Fluminense, reclamava da postura defensiva do time:
- Se jogarmos assim no segundo tempo vamos perder.
E assim foi. A defesa do Vila Nova suportou a pressão, até os 18 minutos, quando Gílson cruzou da esquerda, a zaga afastou e João Paulo bateu de fora da área. A bola desviou e entrou no canto esquerdo, enganando Max. Aos 32, Somália arrancou sozinho, na frente do goleiro, que fez grande defesa. Cinco minutos depois, João Paulo arrancou pela direita e soltou a bomba cruzada, para fora. O domínio do time casa continuou até o apito final.
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