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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Série B- Coritiba 2x1 Ponte Preta

Coritiba vence a Ponte Preta e encosta no G-4 da Série B

Em jogo bastante truncado, o Coritiba ganhou da Ponte Preta por 2 a 1, nesta terça-feira, na Arena Joinvile, pela sexta rodada da Série B. Rafinha e Ariel, a favor do Coxa, e Reis, para a Macaca, fizeram os gols do jogo (veja no vídeo abaixo). Com isso, os anfitriões passaram a ter 11 pontos, ao passo que a Macaca continua com seis na tabela de classificação.

Por mais que o Coritiba tivesse criado mais chances de gol, a Ponte Preta suportou bem a pressão dos donos da casa na etapa inicial. Aos dez minutos, Ramon encheu o pé da entrada da área, e o goleiro Eduardo Martini defendeu em dois tempos. Oito minutos depois, Enrico desperdiçou oportunidade cara a cara com o arqueiro alvinegro. Ele recebeu passe de Rafinha e chutou a bola na trave.

Passados dois minutos, nova pressão alviverde. Dessa vez, Enrico bateu por cima do travessão depois de cruzamento sob medida de Ramon. Aos 39, foi a vez de Edson Bastos salvar o Coxa. Ele evitou gol de André Rocha, que ficou livre de marcação na grande área.

No segundo tempo, de tanto insistir, o Coritiba abriu o placar aos 15 minutos. Dudu foi à linha de fundo e cruzou para Rafinha emendar forte no meio do gol. Encoberto, Eduardo Martini não conseguiu evitar o pior. Seis minutos depois, Ariel ampliou o placar. O atacante argentino recebeu passe na medida no segundo pau e só desviou para o fundo da rede. 2 a 0.

Aos 43, a Ponte Preta diminuiu a vantagem do Coritiba. Reis recebeu passe na grande área e, mesmo desequilibrado, bateu cruzado. A bola morreu no cantinho esquerdo de Edson Bastos. 2 a 1.


Série B- Icasa 4x0 Bahia

Icasa goleia no Ceará e tira Bahia da liderança

O Icasa acabou com a invencibilidade do Bahia na Série B de 2010. E foi com estilo. Com dois gols de Junior Xuxa, um de Assisinho e um de Marciano, o time cearense goleou o agora ex-líder da competição por 4 a 0 na noite desta terça-feira, no Romeirão, e chegou à terceira vitória seguida (veja os gols no vídeo abaixo).

Com a derrota, o Tricolor caiu para o segundo lugar, com 13 pontos, mesma pontuação da líder Portuguesa, que leva vantagem no saldo de gols (seis contra quatro). O Icasa, que agora tem dez pontos, chegou ao oitavo lugar.

O time da casa partiu para cima desde o início do jogo e contou com a sorte para abrir o placar aos 22 minutos do primeiro tempo. Junior Xuxa cobrou falta com força, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Omar. E o Icasa ampliou sete minutos depois, novamente com Junior Xuxa. Ele recebeu na entrada da área, driblou dois adversários e bateu rasteiro para marcar um golaço.

A melhor chance do Bahia aconteceu apenas aos 45. Ávine avançou pela esquerda, invadiu a área e cruzou rasteiro. Marcelo Mineiro tentou cortar e mandou na direção do seu próprio gol, mas Marcelo Pitol conseguiu se esticar e fazer a defesa.

O Bahia tentou adotar uma postura mais ofensiva na segunda etapa, mas o banho de água fria veio aos oito minutos. Assisinho recebeu com liberdade, invadiu a área e chutou forte para marcar o terceiro. E ainda teve espaço para mais um, aos 30, depois que Assisinho fez o cruzamento e Marciano, de peixinho, fez o quarto.

Série B- Figueirense 6x0 ASA

Figueirense se impõe em casa e passa tranquilo pelo ASA: 6 a 0

Figueirense e ASA começaram a rodada empatados com sete pontos. No confronto entre eles, o time catarinense aproveitou bem o fato de jogar em casa e goleou com tranquilidade: 6 a 0. Coutinho (duas vezes), Marcelo Nicácio, Wilian e Lucas construíram o placar para o time de Florianópolis, que agora ocupa a nona posição. Já os alagoanos caíram para 13º.

O jogo mal começou e o Figueirense já vencia por 1 a 0. Logo no primeiro tempo, o volante Coutinho surpreendeu ao aparecer no ataque e marcar. Marcelo Nicácio ampliou aos 28. E Coutinho voltou a balançar a rede nos acréscimos.

Na etapa final, o Figueira não deixou o ritmo cair no início e transformou a vitória em goleada aos nove, com Wilian. Após 22 minutos, o Figueira chegou aos 5 a 0 com Lucas. Para fechar o placar, Héber marcou nos acréscimos.


Série B- Portuguesa 1x0 América-MG

Em jogo com cinco expulsões, Lusa vence o América-MG por 1x0

Com um gol de Paulo Sérgio aos 41 do segundo tempo, a Portuguesa venceu o América-MG por 1 a 0. Com uma arbitragem muito confusa de Wagner Reway, a partida teve cinco jogadores expulsos: Ademir Sopa e Henrique, pela Lusa; e Leandro Ferreira, Dudu e Micão, pelo Coelho. Com a vitória, a equipe paulista chegou aos 13 pontos e lidera a Série B. Já o time mineiro permaneceu com 11 e caiu para o quinto lugar.

Na próxima rodada, a última antes da paralisação pela Copa do Mundo, a Portuguesa enfrenta o Paraná fora de casa, na sexta-feira, às 21h. O América, no sábado, recebe o Vila Nova no Mineirão, às 16h.

O jogo

Em um primeiro tempo com poucas oportunidades, foram os donos da casa que tiveram as melhores chances. Logo aos dois minutos, Fabrício arriscou de fora da área, a bola desviou em Micão no meio do caminho, matou o goleiro Flávio e bateu caprichosamente no pé da trave direita, saindo pela linha de fundo na sequência. Aos 24, após escanteio da direita, Luiz Carlos – que acabara de entrar no lugar de Malaquias -, cabeceou forte e mandou a bola muito perto da trave direita do Coelho.

Aos três minutos do segundo tempo, Fabrício invadiu a área pela esquerda, soltou a bomba e o goleiro Flávio fez linda defesa, mandando para escanteio. O árbitro não viu o desvio e marcou tiro de meta, para desespero dos atletas da Lusa. Aos 12, Fábio Júnior recebeu cruzamento na entrada da área e ajeitou para o zagueiro Gabriel chutar de primeira e mandar a bola à esquerda do gol da Lusa.

Depois, uma série de expulsões. A primeira foi aos 17 minutos: Ademir Sopa cometeu falta dura em Dudu, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Aos 29, Leandro Ferreira derrubou Fabrício em contra-ataque da Lusa, também recebeu o segundo amarelo e, depois, o vermelho. Dois minutos depois, Henrique também foi para o chuveiro mais cedo depois de agredir Preto.

Aos 41 minutos, quando a partida parecia encaminhada para um 0 a 0, Fabrício entrou na área pela esquerda, cruzou rasteiro e Paulo Sérgio chutou forte para fazer o gol da vitória da Lusa. Flávio ainda tocou na bola, mas a finalização foi muito rápida.

No final, Dudu e Micão, do Coelho, ainda arrumaram tempo para serem expulsos. Aos 44, Dudu não concordou com a marcação de uma falta, chutou a bola, recebeu o segundo amarelo e também recebeu o vermelho. Aos 46, Micão cometeu uma falta dura em Paulo Sérgio e recebeu cartão amarelo. O árbitro demorou para perceber que já tinha advertido o jogador, mas depois o expulsou.

Santo André volta a vencer e amplia crise do Vila Nova

Em duelo no Serra Dourada, o Santo André conseguiu sua recuperação e aumentou a má fase do Vila Nova. Com gols de Rodrigão, aos 18 e aos 27, e Rychely, aos 41 minutos do segundo tempo, o Ramalhão venceu por 3 a 0 e subiu para o 12º lugar, com sete pontos. O time goiano é o vice-lanterna, com três pontos.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Luis Fabiano- Atacante da Seleção

Luis Fabiano foi de aluno-problema a solução no ataque da seleção

Era difícil encontrá-lo nas salas de aula da Escola Estadual Professor José Vilagelin Neto, em Campinas. Mas bastava ir ao "Buracanã", um campinho de terra no bairro de Jardim Proença, para achar Biro. O apelido da infância veio por causa do cabelo enrolado, parecido com o do ex-jogador do Corinthians.

Luis Fabiano não foi um aluno exemplar. Foi reprovado duas vezes. Era levado, só arrumava confusão na colégio. Adjetivos não faltavam na ficha escolar: indisciplinado, mal-educado, brigão... Fala palavrão, furou a fila da merenda, brigou e bateu no Belarmino! Coitado do Belarmino, Luis...

- Era um pequeno meio esquentado (risos). Não gostava de levar desaforo para casa. Sempre arrumava confusão. Dei muito trabalho, sim! Inclusive na escola. Faltava muito para jogar bola. Minha mãe sempre era chamada na escola (risos) - lembra o atacante, em entrevista ao repórter Tino Marcos, da TV Globo.

Menino levado e bom de bola, Luis Fabiano é o 16ª personagem da série de reportagens especiais do Jornal Nacional sobre os 23 convocados pelo técnico Dunga para a Copa do Mundo de 2010.

O atacante nasceu no dia 8 de novembro de 1980, em Campinas. Momento difícil na família Clemente. Sem marido, Sandra iria criar o filho sozinha. Mas o avô Benedito assumiu a responsabilidade de cuidar do neto. Não tinha luxo, não tinha muitas regalias. Mas nunca faltou nada em casa.

Sandra trabalhava em uma escola de crianças. O avô era aposentado. Luis Fabiano era uma criança difícil. Não gostava de estudar, era esquentado. Só queria saber de jogar futebol.

- Era dar uma laranja para ele, que colocava no chão e saía chutando. Ele era um garoto com o futebol na veia mesmo. Era só bola, bola. Era fácil dar presente a ele. Só dar uma bola que ele ficava feliz, que estava legal. Nada de videogame. Ele só queria jogar bola. Estudar era na marra mesmo. Era só futebol, futebol, futebol - lembra o tio Paulo.

ARQUIVO PESSOAL DE LUIS FABIANO
luis fabiano com amigos no quartel luis fabiano e família, em casa
luis fabiano com bebê luis fabiano infância
luis fabiano com os tios marcos e benedito luis fabiano e família

Luis Fabiano não saia de um campinho que havia perto de casa. Ele e os amigos até apelidaram o local. Um mistura de "buraco com Maracanã".

- É uma praça no alto e o campo fica lá, lá em baixo. Então a gente chamava de “Buracanã”. Foi onde tudo começou. Onde a gente batia as peladas em qualquer hora. Era um tempo bom porque eu não fazia nada. Só jogava bola, não tinha responsabilidade, não queria saber de nada. Foram tempos bons, mas com certeza hoje é melhor (risos). Hoje é maravilhoso - disse o atacante da seleção brasileira.

Criança, Luis Fabiano já participava de jogos na várzea com equipes amadoras como Alvorecer e Arco-íris. Atuava em outra posição: era meia-direita. As partidas do artilheiro eram sempre acompanhadas de perto pelo avô Benedito, o maior incentivador. Foi ele quem conseguiu um teste em 1994 no Guarani. O artilheiro tinha 14 anos. Passou. Mas só ficou um ano no clube. Acabou dispensado quando estava no infantil.

- Na troca de categoria fui dispensado. Era muita gente. O treinador chegou para mim e falou “tem muitos, não vai dar para você ficar”. Com 14 anos, eu me desanimei. Pensei, agora então vou ficar sem jogar - disse Luis Fabiano.

- Criança, moleque, era meio complicado. Ele não tinha noção de que precisava treinar a parte física também. Ele só queria saber de jogar bola. Quando tinha treino físico ele não ia (para o Guarani). A molecada chamava para bater uma pelada no campinho "de não sei aonde" e ele ia. Aí o pessoal do Guarani pensou que ele não servia e foi dispensado - conta o tio Paulo.

luis fabiano advertência

Fora do Guarani, Luis Fabiano desanimou. Seu Ditão então arrumou um trabalho para o neto em uma oficina de carros no bairro. O dono era um velho amigo da família. Mas não deu muito certo. Era passar um garoto pela rua e chamar para "uma bolinha", que o Fabuloso arrumava uma desculpa, saia do trabalho e só voltava no fim do dia. Dois meses depois, o avô de Luis Fabiano foi surpreendido certo dia na rua...

- Passou um tempo e o meu pai cruzou com esse amigo na rua. Ele deu um tapa nas costas dele e falou “Ditão, vou dar um conselho para você. Você é muito meu amigo, legal, seu neto é gente boa, mas deixa o moleque jogar bola porque, para trabalhar... pode esquecer” - lembra o tio Paulo.

Luis Fabiano tentou também a vida como auxiliar na carga e descarga de caminhões.

- O pai de um amigo tinha vários caminhões e de vez enquanto ele buscava alguém para ajudá-lo. E como eu não fazia nada, eu sempre falava “eu vou com você”. A gente ia para o Seasa, carregava o caminhão, e levava para o supermercado em São Paulo. Para mim, com 15 para 16 anos, era uma festa fazer isso. Andava de caminhão e ainda ganhava dinheiro.

No final de 1995, surgiu uma nova oportunidade de voltar aos gramados por meio de um convite de um amigo que jogava na equipe juvenil do Ituano. Luis Fabiano passou no teste e, um ano depois, transferiu-se para a Ponte Preta, realizando um sonho antigo do seu avô que era torcedor fanático do clube.

- Quando eu cheguei na Ponte Preta me colocaram como centroavante. Falaram que eu tinha mais o biótipo. Alto, forte. E na Ponte Preta que comecei a fazer muitos gols. E aí falei: “é aqui o meu lugar”. Achei o meu lugar.

luis fabiano na ponte preta

Seu Ditão faleceu em setembro de 2000. Não chegou a ver o neto vestir a camisa da seleção brasileira. Mas teve a alegria de torcer por ele na Ponte Preta e de fazer uma viagem até a França.

- Ele sempre esteve ao meu lado, me apoiando, nos momentos difíceis. Ele era o meu fã número 1, andava com os recordes de jornal no bolso. Eu tive a alegria de levá-lo para a França quando fui jogar no Rennes. Essa foi a maior alegria dele. Ir a Rennes e assinar o contrato junto comigo com um time europeu. Ele que sempre apostou em mim. Ele era bastante disciplinador, muito duro. Não gostava de me ver brigando, não gostava de confusão. Ele praticamente foi o meu pai. Gostaria de ganhar a Copa para homenageá-lo.

Luis Fabiano não conviveu com o pai. E prefere manter a distância. O atacante olha com orgulho para a mãe, que o criou com muito sacrifício.

- Minha mãe sempre foi uma guerreira. Sempre batalhou para dar o melhor para a gente. E hoje ela pode depois de muito trabalho e sofrimento desfrutar de tudo isso que eu venho passando. De ter uma condição melhor para viver.

No São Paulo, a carreira do atacante explodiu. Com apenas 23 anos, Luis Fabiano tornou-se um dos maiores artilheiros da história do clube. Com 118 gols em 160 partidas, o jogador possui a segunda maior média (0,74 por jogo), atrás apenas de Arthur Friendereich.

A fase mais difícil da vida de Luis Fabiano foi em 2004. A mãe do atacante foi sequestrada em Campinas. Foram dois meses de poucas informações e muita apreensão.

luis fabiano em aniversário

- Foi um momento muito difícil onde eu estava no Porto tentando encontrar a minha melhor forma, o meu melhor momento dentro do clube e veio esta notícia ruim. Em um primeiro momento fiquei desesperado querendo ir embora para o Brasil. Mas depois de muitas conversas (com policiais) achei melhor ficar na Europa mesmo e continuar a minha vida. Foi muito difícil, sem notícias, do outro lado do mundo. Meu tio teve que sair do trabalho, minha família teve que mudar a rotina de vida. Foi um momento muito difícil, mas deu tudo certo. Não aconteceu nenhuma tragédia. Foram dois meses de muita angústia.

Mas os problemas ficaram no passado. Depois que se tornou pai de Giovana e Gabriela, o atacante passou a se controlar mais em campo. A fase de bad boy ficou para trás. E o sonho de disputar uma Copa do Mundo finalmente chegou.

- Não é mole. Se olhar, nos últimos dez anos os atacantes da seleção foram os melhores do mundo. Romário, Ronaldo, Careca... É uma posição que é muito cobrada. Você tem que sempre dar conta do recado. Mas eu me sinto preparado para tudo isso. Acho que tenho condições de dar alegria e ajudar a seleção na Copa. Batalhei muito para chegar até aqui. Fiz de tudo o possível para conquistar o meu espaço dentro da seleção. São dois anos de muitas alegrias, muitos gols, de quebras de tabu, de títulos.

Luis Fabiano disputou 36 partidas pela seleção brasileira e marcou 25 gols. Campeão da Copa América em 2004 e da Copa das Confederações em 2009, o atacante é o artilheiro da Era Dunga com 19 gols em 24 jogos. Ganhou até um rap embalado pela boa fase. A letra, o atacante sabe de cor: "Prazer, eu sou Luis Fabiano / Faço gol, meto gol e continuo lutando / Prazer, prazer, sou Luis Fabiano / Faço gol, meto gol e continuo lutando".

Maracanã ganha nova roupagem para a Copa do Mundo de 2014

O processo de licitação das obras do Maracanã está atrasado, mas o projeto de como o estádio ficará para a Copa do Mundo de 2014 está praticamente pronto. À exceção do estacionamento com nove mil vagas exigido pela Fifa, já foram definidos os itens internos e externos que passarão por reformulações.

Projeto Maracanã

O arquiteto do novo projeto do Maracanã, Daniel Fernandes, disse que está na expectativa pelo pontapé inicial das obras.

- Elaborei o projeto de Recife também. Lá já houve o processo de licitação, e espero que no Rio seja feito o mais rápido possível em relação ao Maracanã - disse.

A remodelação do estádio começa, de fato, no fim de julho e só terminará em dezembro de 2012. De acordo com o novo projeto, o Maracanã terá a capacidade reduzida de 86 mil para 76.500 torcedores. Isso porque haverá mais espaço entre os assentos. A Fifa exige distância de 45 cm entre as cadeiras retráteis.

Mais quatro acessos e duas grandes áreas vips

Outro ponto polêmico é o aumento do número de acessos ao estádio, para que o tempo de evacuação do público seja de, no máximo, 12 minutos. Para isso, os camarotes no anel superior serão destruídos, e serão construídos 110 (para 20 pessoas cada) mais próximos do campo, na mesma altura onde hoje fica a Tribuna de Imprensa.

Apesar de a nova roupagem do estádio ser inspirada no antigo Wembley, na Inglaterra, o Maracanã, por ser tombado como patrimônio público, não pode vir abaixo. No entanto, a Secretaria de Esportes, Turismo e Lazer promete mudanças radicais na concepção do estádio.

Engana-se quem pensa que o Maracanã será totalmente coberto. O campo de jogo continuará aberto. A diferença é que os torcedores, independentemente do setor em que estiverem, não serão atingidos pela chuva. Para viabilizar o estádio, a secretária Márcia Lins defende a implementação de duas salas vips com área de 40 mil e 55 mil metros quadrados do outro lado da linha férrea.

As calçadas do estádio devem ser ampliadas, e duas passarelas estão previstas para ficarem acima das Avenidas Radial Oeste e Presidente Castelo Branco. Procurada pelo GLOBOESPORTE.COM, a secretária de Esportes, Turismo e Lazer, Márcia Lins, não retornou as ligações.

Goleiro dinamarquês: 'Vamos ver alguns gols engraçados nessa Copa'

JSoresen, goleiro da Dinamrca

A bola oficial da Copa do Mundo ganhou mais um detrator. Trata-se de Thomas Sorensen, goleiro da Dinamarca, seleção que, curiosamente, é patrocinada pela mesma fabricante da Jabulani. O arqueiro escandinavo fez coro com Julio Cesar, Casillas e Buffon e foi além:

- Entendo os comentários. Definitivamente (a bola) não foi feita para os goleiros. Se eu pudesse escolher, preferiria outra bola, mas essas são as circunstâncias e por isso não posso reclamar. Não temos escolha, temos que jogar com ela. Provavelmente vamos ver alguns gols engraçados nessa Copa do Mundo por causa dela - salientou Sorensen.

Resignado, o titular da camisa 1 da Dinamarca brincou com árdua tarefa de ser goleiro no futebol moderno.

- O próximo passo será fazerem gols maiores (risos). Mas enfim, pagam muito dinheiro para serem os patrocinadores e terem o direito de fazer a bola. Como goleiro só posso fazer o que é possível e tentar agarrar a bola. É difícil, mas temos que conviver com isso – afirmou, resignado, Sorensen, que defende o Stoke City, da Inglaterra.

Quem é o favorito a ganhar a Copa do Mundo?

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